| 000 | 01268nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375868 | ||
| 090 | _a375868 | ||
| 100 | _a20150626u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_a" Ut puras servaret manus " _ealegações contra a assunção, pelo Estado Português, da obrigação de entrega ao Tribunal Penal Internacional de um cidadão que possa ter de cumprir uma pena de prisão perpétua _fPedro Caeiro |
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| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aA tradição humanista do sistema sancionatório português e a recusa da prisão perpétua. A) A tradição humanista do sistema sancionatório português. B) A recusa da prisão perpétua. Argumentos a favor da ratificação do Estatuto, nos seus exactos termos, e sua refutação. A questão da formulação de uma declaração. Conclusão. | ||
| 461 |
_cCoimbra _djaneiro-março 2001 _vAno 11, fasc. 1.º _tRevista Portuguesa de Ciência Criminal _x0871-8563 _pp. 39-65 |
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| 606 |
_aPRISÃO PERPÉTUA _910474 |
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| 606 |
_aTRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL _9228754 |
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| 606 |
_aSISTEMA DE JUSTIÇA PENAL _9320192 |
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| 700 |
_aCAEIRO _bPedro _9321592 |
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