| 000 | 01712nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375771 | ||
| 090 | _a375771 | ||
| 100 | _a20150409u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe enhanced cognitive interview _bRecurso eletrónico _etowards a better use and understanding of this procedure _fRui M. Paulo, Pedro B. Albuquerque, Ray Bull |
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| 311 | _aFicheiro de 78 KB em formato PDF (11 p.). | ||
| 330 | _aA inquirição de testemunhas é um procedimento chave que muitas vezes determina o resultado da investigação. No entanto, o que as testemunhas relatam raramente corresponde na totalidade ao que elas recordam. Para ultrapassar esta dificuldade, Geiselman e outros (1984) desenvolveram a entrevista cognitiva que é agora comumente aceite. Estudos têm demonstrado que esta técnica é capaz de aumentar a quantidade de informações corretas recordadas por testemunhas, mantendo a precisão. No entanto, é essencial para a polícia entender como e quando aplicar esta entrevista. Examinam-se os processos psicológicos subjacentes envolvidos neste tipo de entrevista, e quais as situações e os motivos que podem beneficiar da sua aplicação. | ||
| 461 |
_d2013 _vVol. 15, n.º 3 _tInternational Journal of Police Science & Management _x1478-1603 _pp. 190-199 |
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| 606 |
_aINQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA _9329722 |
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| 606 |
_aENTREVISTA _9320469 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA CRIMINAL _9225033 |
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| 700 |
_aPAULO _bRui M. _9350281 |
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| 701 |
_aALBUQUERQUE _bPedro B. _9350282 |
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| 701 |
_aBULL _bRay _9322086 |
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