000 02222nam a2200229 4500
001 375716
090 _a375716
100 _a20150216u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO uso de malware como meio de obtenção de prova em Processo Penal
_fDavid Silva Ramalho
330 _aIntrodução § 1. Apresentação do problema e razão de ordem. § 2. Plano de exposição. § 3. Delimitação conceptual. Capítulo I – “Malware”. § 1. Noção e modalidades. § 2. Processo de instalação e funcionamento. § 3. O “malware” como resposta às medidas «anti-forenses. Capítulo II - Origem e evolução da utilização de “malware” como ferramenta de investigação criminal em ambiente digital. § 1. A experiência norte-americana: o “Magic Lantern” e o CIPAV. § 2. A experiência alemã: vicissitudes do “Bundestrojaner”. § 3. O regime espanhol vigente e o Projeto “Gallardón”. § 4.A propensão para a consagração do “malware” como meio de obtenção de prova em ambiente digital: o Projeto HIPCAR e a Diretiva 2011/92/EU do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa à luta contra o abuso sexual e a exploração sexual de crianças e a pornografia infantil. Capítulo III - A utilização de “malware” e a Lei do Cibercrime. § 1 (ln)aplicabilidade direta do regime das interceções de comunicações e da pesquisa de dados informáticos. § 2. A utilização de “malware” no contexto de ações encobertas em ambiente digital. § 3. A utilização de “malware” como medida restritiva de direitos fundamentais e consequente necessidade de densificação normativa. § 4. Sindicância da prova obtida através do uso de “malware”.§ 5. Conclusões. Bibliografia.
461 _cCoimbra
_dOutubro-Dezembro 2013
_vAno 4, n.º 16
_tRevista de Concorrência e Regulação
_x1647-5801
_pp. 195-243
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aINFORMÁTICA FORENSE
_9326850
606 _aMEIO DE PROVA
_9243746
606 _aPROVA DIGITAL
_9303222
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aSOFTWARE
_9235148
700 _aRAMALHO
_bDavid Silva
_9327659