| 000 | 02117nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375679 | ||
| 090 | _a375679 | ||
| 100 | _a20150126u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aManaging the crime scene _bRecurso eletrónico _ea comparative analysis between Portugal and UK science and justice _fSusana Costa |
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| 311 | _aFicheiro de 497 KB em formato PDF (13 p.). Disponível também em: https://www.cseye.com/content/2015/january/research/portugal. Acedido a 26 de janeiro de 2015. | ||
| 330 | _aÉ problematizada a realização das análises de ADN pelos Órgãos de Polícia Criminal (OPC) em Portugal e no Reino Unido. Entrevistados 17 indivíduos com experiência em investigação criminal procede-se a uma reflexão sobre este processo tecnológico que coloca os OPC entre a ciência e a justiça. A autora conclui que a responsabilidade em Portugal por uma cientifização deficiente não se deve à atuação da polícia de proximidade, parecendo a causa mais profunda e atuando num círculo vicioso. A partir das entrevistas realizadas foi possível compreender que estes OPC não estão dotados de recursos humanos e formação para intervir no local do crime. Os profissionais da PJ argumentam que as funções dos OPC de proximidade, embora sejam de extrema relevância e aliados indispensáveis na investigação criminal, devem ser limitadas à preservação do local do crime, aguardando pela chegada dos técnicos especializados. Só a cadeia de preservação da prova pode permitir que as amostras de ADN recolhidas se tornem elementos úteis para o sistema de justiça penal. | ||
| 461 |
_dJanuary 2015 _v _tCS Eye _pp. 1-13 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aPRESERVAÇÃO DA PROVA _9302776 |
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| 606 |
_aRECOLHA DA PROVA _9322094 |
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| 606 |
_aANÁLISE DE VESTÍGIOS _9320649 |
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| 606 |
_aLOCAL DO CRIME _935217 |
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| 606 |
_aORGÃO DE POLÍCIA CRIMINAL _9326969 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aCosta _bSusana _9324953 |
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