| 000 | 01374nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375618 | ||
| 090 | _a375618 | ||
| 100 | _a20150105u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO juiz na audiência de discussão e julgamento penal _fAna Maria Barata de Brito |
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| 311 | _a[*]. | ||
| 330 | _aIntróito. 1. A sentença e o depois da sentença; 2. A audiência de julgamento como momento dominante e irrepetível; 3. O juiz penal como juiz-actor na audiência de julgamento; 4. o domínio sobre o objeto do processo; 4.1. A compreensão do episódio de vida submetido a julgamento; 4.2. A pré-compreensão do direito aplicável ao caso; 5. A delimitação do tema da prova; 5.1. Os factos relativos à culpabilidade; 5.2. Os factos relativos à determinação da sanção; 6. A operância dos princípios da investigação e do in dubio em audiência de julgamento; 7. O julgamento justo e equitativo; Conclusão: as autoridades judiciárias. | ||
| 461 |
_cLisboa _d1.º semestre 2014 _vNº 1 _tRevista do CEJ _x1645-829X _pp. 105-130 |
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| 606 |
_aJULGAMENTO _9233424 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aPRODUÇÃO DE PROVA _9246127 |
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| 606 |
_aSANÇÃO PENAL _9227850 |
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| 606 |
_aACÇÕES E RECURSOS _9347519 |
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| 700 |
_aBRITO _bAna Maria Barata de _9280705 |
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