000 01875nam a2200241 4500
001 375564
090 _a375564
100 _a20141007u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPerfil clínico e cognitivo de usuários de crack internados
_bRecurso eletrónico
_fCristina Beatriz Würdig Sayagoa... [et al.]
330 _aTrata-se de estudo transversal que objetivou avaliar: consumo de crack (entrevista semi-estruturada), funcionamento adaptativo (relativo às amizades, trabalho e família), psicopatológico (Adult Self-Report) e funções cognitivas (Screening Cognitivo do WAIS-III) de usuários de crack internados. Dos 84 participantes (90,5% homens), 53,6% fez uso diário de crack no último ano, com consumo médio usual de 1,54 gramas (DP=0,53; Mín.=0,5; Máx.=2,5). Houve grande prevalência de classificação na faixa clínica nos problemas internalizantes (77,4%), externalizantes (77,4%), funcionamento adaptativo (variando de 84,6 a 97,6%) e de comportamentos transgressores (70,3% comportamentos de quebra de regras e 59,6% comportamentos anti-sociais). As funções cognitivas encontraram-se preservadas (médio inferior/médio/médio superior) na grande maioria (>75%) dos entrevistados, com pior desempenho no subteste Vocabulário (22,6% classificação inferior).
461 _cPorto Alegre
_dJaneiro-Março 2014
_vVol. 27, n. 1
_tPsicologia: reflexão e crítica
_x1678-7153
_pp. 21-28
606 _aTRATAMENTO DA TOXICODEPENDÊNCIA
_9343339
606 _aCRACK
_9343859
606 _aANÁLISE PSICOLÓGICA
_9323418
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aBRASIL
_9331399
710 _aPERFIL CLÍNICO E COGNITIVO DE USUÁRIOS DE CRACK INTERNADOS
_9350113