000 02091nam a2200253 4500
001 375546
090 _a375546
100 _a20140812u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aOs produtos da videovigilância como meio de prova em processo penal
_fSérgio Pena
311 _a(*)
330 _a1. Introdução e delimitação do objeto do estudo; 2. A videovigilância no confronto com os direitos, liberdades e garantias. As constelações típicas penais e os normativos processuais penais; 3. Os regimes de videovigilância. Breve caracterização dos regimes de videovigilância previstos na: i. Lei de Proteção de Dados Pessoais; ii. Lei n.º 1/2005, de 10.1 (utilização da videovigilância pelas forças e serviços de segurança); iii. Lei n.º 34/2013, de 16.05 (utilização da videovigilância pelos serviços de segurança privados); 4. O aproveitamento processual penal de imagens e sons captadas ao abrigo dos regimes legais de videovigilância; 5. A jurisprudência sobre o aproveitamento processual penal dos produtos das câmaras de videovigilância instaladas, por particulares, em incumprimento das regras estabelecidas nos regimes legais habilitantes: i. A incidência factual, ii. A (ir) relevância do desrespeito pelas normas previstas nas leis habilitantes, em particular, as atinentes à proteção de dados pessoais e a ilicitude pressuposta no artigo 167.º do Código de Processo Penal, iii. A (a)tipicidade/(i)licitude na captação/gravação e na utilização dos produtos videográficos. 6. Síntese crítica e conclusiva.
461 _cLisboa
_d2.º semestre 2013
_vNº 2
_tRevista do CEJ
_x1645-829X
_pp. 85-118
606 _aVIGILÂNCIA ELECTRÓNICA
_9245490
606 _aMEIO DE PROVA
_9243746
606 _aREGISTO MAGNÉTICO
_9344820
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
700 _aPENA
_bSérgio
_9302733