| 000 | 01640nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 375524 | ||
| 090 | _a375524 | ||
| 100 | _a20140724u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aReconhecimento, registo e recolha _ea política dos 3R da investigação criminal a partir de uma análise sociológica do contexto português _fSusana Costa |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aAs polícias são hoje um ator central na investigação criminal, fruto da maior cientificidade que hoje a sua atividade acarreta. Atendendo às particularidades do sistema português que permite que diferentes órgãos de polícia criminal possam proceder aos atos cautelares considerados necessários, analiso de que forma é que o processo de cientifização policial se reflete na investigação criminal em Portugal. Tendo por base os seus saberes e práticas, procuro analisar de que forma a introdução da identificação de perfis de DNA no trabalho quotidiano de investigação criminal veio contribuir para a eficácia do seu trabalho. O argumento centra-se na política dos 3 R enunciada por Robertson & Roux (2010). | ||
| 461 |
_cLisboa _dDezembro 2013 _vNº 6 _tInvestigação Criminal _x1647-9300 _pp. 92-124 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA CIENTÍFICA _9305225 |
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| 606 |
_aANÁLISE DE VESTÍGIOS _9320649 |
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| 606 |
_aPRESERVAÇÃO DA PROVA _9302776 |
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| 606 |
_aACTUAÇÃO POLICIAL _912509 |
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| 606 |
_aORGÃO DE POLÍCIA _9350103 |
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| 606 |
_aFORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA _9320182 |
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| 700 |
_aCosta _bSusana _9324953 |
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