| 000 | 01785nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 375517 | ||
| 090 | _a375517 | ||
| 100 | _a20140714u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aEthical issues regarding chemical castration _ea European perspective _fJoana Cerqueira |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA castração química, um procedimento que consiste na regulação do nível de testosterona no sangue, é uma farmacoterapia utilizada sobre agressores sexuais com o objectivo de reduzir a reincidência criminal. Diminuindo os níveis de testosterona espera-se que as necessidades sexuais diminuam e consequentemente diminua a violência a violência sexual. O actual debate académico sobre a castração química está essencialmente focado na análise científica e legal, deixando para segundo plano a análise do ponto de vista da bioética, existe por isso a necessidade de preencher esta lacuna abordando a castração química através de princípios bioéticos essenciais. Este artigo discute os constrangimentos éticos deste procedimento utilizando como linhas de pensamento alguns princípios e conceitos éticos como a Integridade, a Autonomia e a Proporcionalidade, relevantes no contexto Europeu, por estarem consagrados em documentos fundamentais como a Convenção de Oviedo (1997) e a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia (2000). | ||
| 461 |
_cCoimbra _dDezembro 2013 _vAno 22, n.º 24 _tRevista Portuguesa do Dano Corporal _x1645-0760 _pp. 127-137 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aÉTICA _9230346 |
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| 606 |
_aFARMACOTERAPIA _9343203 |
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| 700 |
_aCERQUEIRA _bJoana _9302268 |
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