000 01663nam a2200253 4500
001 375427
090 _a375427
100 _a20140217u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aVários actores à procura de um papel
_fJ. N. Cunha Rodrigues
311 _a(*).
330 _aNeste texto, em forma de conto, o autor traça a história do primeiro DIAP, o de Lisboa, evocando sempre o papel de quatro “actores” (o poder político, a magistratura judicial, a magistratura do Ministério Público e a Polícia Judiciária).A alteração dos paradigmas da justiça criminal e a evolução da acção penal e do sistema penal desde os finais da segunda grande guerra servem de ponto de partida à análise da evolução das relações entre os seus quatro “actores”. Abordando as grandes alterações legislativas relativas à investigação criminal e à instrução criminal, o antigo Procurador-Geral da República, revisitando ainda várias instituições e leis, enriquece o texto com algumas das suas memórias dos percursos dos juízes de instrução criminal, do Ministério Público e do DIAP.
461 _cLisboa
_dOutubro-Dezembro 2013
_vAno 34, nº 136
_tRevista do Ministério Público
_x0870-6107
_pp. 9-27
606 _aINSTRUÇÃO CRIMINAL
_9238556
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aMINISTÉRIO PÚBLICO
_9235485
606 _aPOLÍTICA CRIMINAL
_9231088
606 _aSISTEMA PENAL
_9227852
606 _aPOLÍCIA JUDICIÁRIA
_9242453
700 _aRODRIGUES
_bJ. N. Cunha
_9309098