| 000 | 01463nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375402 | ||
| 090 | _a375402 | ||
| 100 | _a20140114u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA inconstitucionalidade da decisão do limite à interpretação em direito penal _fHelena Susano |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aPartindo de uma resenha da evolução da jurisprudência do Tribunal Constitucional, o presente estudo discute a controvérsia da admissibilidade do recurso relativo à aplicação de uma norma obtida por via da aplicação extensiva e/ou analógica, designadamente no âmbito do direito penal. Contestando os argumentos daqueles que entendem não ser admissível o recurso para o Tribunal Constitucional das interpretações das normas feitas na decisão recorrida, a autora delimita o acto de interpretação que atinge a dimensão de criação normativa, daquele que se limita à mera aplicação normativa, concluindo pela necessidade constitucional de fiscalização (em concreto) das normas criadas pelo julgador na decisão. | ||
| 461 |
_cLisboa _dSetembro-Dezembro 2013 _vNº 21 _tJulgar _x1646-6863 _pp. 57-74 |
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| 606 |
_aACÇÕES E RECURSOS _9347519 |
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| 606 |
_aTRIBUNAL CONSTITUCIONAL _9235428 |
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| 606 |
_aJURISPRUDÊNCIA _9231071 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9224698 |
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| 700 |
_aSUSANO _bHelena _9292789 |
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