000 01216nam a2200205 4500
001 375395
090 _a375395
100 _a20140113u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO direito à não auto-inculpação no âmbito das contra-ordenações do código dos valores mobiliários
_fAugusto Silva Dias
330 _a1. As questões do tema. 2. O princípio "nemo tenetur se ipsum accusare" no Direito português. 2.1. Origem histórica e relevância constitucional do princípio. 2.2. Alcance normativo, temporal e material do princípio. 3. Alcance do princípio "nemo tenetur se ipsum accusare" no âmbito das contra-ordenações do mercado dos valores mobiliários. 4. Consequências jurídicas da aniquilação do direito à não auto-inculpação na situação concreta.
461 _cCoimbra
_dJaneiro-Março 2010
_vAno 1, nº 1
_tRevista de Concorrência e Regulação
_x1647-5801
_pp. 237-265
606 _aCONTRA-ORDENAÇÃO
_9248282
606 _aVALORES MOBILIÁRIOS
_9250636
606 _aMERCADO FINANCEIRO
_9227061
606 _aPROVA
_9233195
700 _aDIAS
_bAugusto Silva
_f1954-2019
_9321973