| 000 | 01767nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375393 | ||
| 090 | _a375393 | ||
| 100 | _a20140113u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAnálise crítica do conceito estratégico de defesa nacional de 2013 _fJorge Silva Paulo |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aNeste artigo, analisa-se o novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional, aprovado em Abril de 2013 e, de acordo com a Lei de Defesa Nacional, posto em vigor por uma Resolução do Conselho de Ministros. Analisa-se a linguagem usada, notando a confusão que criam as expressões “conceito de ação estratégica nacional” e “estratégia de segurança e defesa nacional”, que vão além dum conceito estratégico de defesa nacional, aquilo que a LDN determina que o Governo produza. Estas expressões sugerem que se visa fundir a segurança interna e a defesa, o que diverge do modelo constitucional. Analisa-se também a ausência de inimigo ou vontades ameaçadoras a Portugal, que tornam o texto muito longo e pouco claro, quando devia estabelecer prioridades quanto à afetação de recursos logo que não cheguem para tudo. Por fim, recomenda a substituição do IDN por um instituto de segurança e estratégia nacionais, pluridisciplinar, que estude a segurança nas suas múltiplas dimensões e de modo integrado. | ||
| 461 |
_cLoures _dDezembro 2013 - Fevereiro 2014 _vN. 27 _tSegurança e Defesa _x1646-6071 _pp. 32-44 |
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| 606 |
_aDEFESA NACIONAL _9231540 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA INTERNA _9243651 |
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| 700 |
_aPAULO _bJorge Silva _9330158 |
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