| 000 | 01853nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 375371 | ||
| 090 | _a375371 | ||
| 100 | _a20131213u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDemocracia, tribunais e a reforma do mapa judiciário _econtributos para o debate _fConceição Gomes |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aA Autora centra-nos na indispensabilidade de um sério debate no espaço público centrado na pergunta: “Que tribunais e que juízes queremos? Para que funções?”. Debate que permitirá escapar ao desperdício e deslegitimação social da justiça que reforma atrás de reforma acarretam, possibilitando diferenciação de resposta à procura efetiva e preocupação com o acesso ao sistema de justiça da procura emergente. Salienta as dimensões (i) das funções dos tribunais, instrumentais, políticas e simbólicas, na sua diferenciação e equilíbrio; (ii) da divisão social do trabalho de resolução de conflitos com meios alternativos de resposta não predatória mas eficaz, que permita libertar os tribunais judiciais para os litígios que atingem direitos fundamentais ou que se relacionam com a criminalidade grave e complexa; e (iii) das políticas territoriais com atenção aos diferentes territórios e aos vários “países judiciários”, com visão de futuro que escape aos processos de exclusão. | ||
| 461 |
_cLisboa _dMaio-Agosto 2013 _vNº 20 _tJulgar _x1646-6863 _pp. 81-93 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA _9410458 |
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| 606 |
_aSISTEMA JUDICIÁRIO _9321006 |
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| 606 |
_aLITÍGIO _9325770 |
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| 606 |
_aSISTEMA DE JUSTIÇA PENAL _9320192 |
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| 700 |
_aGomes _bConceição _9322929 |
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