000 02224nam a2200253 4500
001 375367
090 _a375367
100 _a20131213u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAbuso contra crianças
_ea perceção do médico na intervenção pediátrica
_fJ. Nuno Trovão, S. Frazão, T. Magalhães
311 _aResumo inserto no artigo.
330 _aO abuso constitui, além de uma questão legal e social, um problema grave e frequente de saúde. No caso das crianças vítimas, o papel dos serviços de saúde, designadamente ao nível da Pediatria, revela-se fundamental na sua deteção, sinalização e/ou denúncia, para além do papel ao nível do seu tratamento e acompanhamento. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar as perceções dos médicos que trabalham na área da Pediatria relativamente à sua capacidade para intervirem nesta matéria. Para tal, efetuou-se um inquérito a 89 pediatras ou internos de pediatria. Constatou-se que muitos médicos (76.4 %) sentem ter quase sempre capacidade para detetar o abuso físico, mas 49.4 % e 46.1%, considerou-se, respetivamente, pouco capaz de detetar abuso sexual ou o abuso psicológico. Os conceitos de sinalização e denúncia são confundidos por 30.3 % dos médicos e 6.7 % ainda desconhece a obrigação de denunciar estes casos. Só 52.8 % acha satisfatória a instrução académica e profissionalizante que teve nesta área. Ainda se verificam, pois, muitas lacunas na preparação dos médicos da área da Pediatria para a abordagem destes casos, havendo necessidade de mais formação, melhor divulgação das medidas já implementadas e de criação de novos protocolos, mais adaptados e específicos à realidade de cada comunidade.
461 _cCoimbra
_dDezembro 2012
_vAno 21, n.º 23
_tRevista Portuguesa do Dano Corporal
_x1645-0760
_pp. 161-173
606 _aCRIME SEXUAL
_9242574
606 _aPROFISSIONAL DE SAÚDE
_94014
606 _aDENÚNCIA
_9273871
606 _aESTATÍSTICA
_9232358
606 _aCRIANÇA
_95150
700 _aTROVÃO
_bJ. Nuno
_9300183
701 _aFRAZÃO
_bS.
_9289898
701 _aMAGALHÃES
_bT.
_9289900