000 02268nam a2200217 4500
001 375263
090 _a375263
100 _a20130703u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aOs problemas inerentes à regulamentação da eutanásia
_fValter Pinto Ferreira
311 _aResumo inserto no artigo.
330 _aO texto que ora se dá à estampa corresponde, no essencial, a um excerto da nossa Dissertação de Mestrado intitulada Eutanásia: Julgar a Medicina ou Curar o Direito? e visa estudar as vicissitudes com que nos deparamos quando ensaiamos uma tentativa de legalizar a eutanásia. Assim, desde o perigo dos “passos sucessivos” ao designado Testamento Vital, previsto na Lei n.º 25/2012, de 16/7, passando pelos aspectos onto-axiológico- normativos, foram vários os problemas que se nos ofereceram analisar e onde encontramos barreiras inultrapassáveis, quer para o Direito em geral, quer para o Direito Penal em particular. A propósito, coube ainda provocar um confronto com o tema do aborto, porquanto os motivos que se apresentam para justificar uma e outra condutas são, no essencial, os mesmos. Aliás, foi também devido à legalização/descriminalização do aborto até às 10 semanas de gravidez que se impôs tentar perceber qual o futuro da eutanásia em Portugal, quer ao nível de um hipotético referendo quer ao nível da própria legalização/aceitação. A Declaração Universal dos Direitos do Homem e o Parecer do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida foram também objecto de estudo, tendo, enfim, ido de encontro a tudo quanto fomos dizendo ao longo do nosso trabalho. Evidentemente que não se desejou aqui impor uma ideia ou uma solução; apenas se quis, isso sim, uma discussão séria sobre o tema, buscando colocar as questões em termos práticos e objectivos, propósito que ambicionamos ter alcançado.
461 _cBraga
_dJaneiro-Abril 2013
_vTomo 62, nº 331
_tScientia Ivridica
_x0870-8185
_pp. 145-173
606 _aEUTANÁSIA
_9238288
606 _aLEGISLAÇÃO
_9227776
606 _aJURISPRUDÊNCIA
_9231071
606 _aDOUTRINA JURÍDICA
_9320978
700 _aFERREIRA
_bValter Pinto
_9298704