000 01972nam a2200241 4500
001 375256
090 _a375256
100 _a20130628u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aBreves considerações sobre a irreversibilidade, por efeito da morosidade da justiça, dos efeitos resultantes do decretamento de providência cautelar de tipo antecipatório
_fNuno Gundar da Cruz
311 _aResumo inserto no artigo.
330 _aAs providências cautelares antecipatórias podem produzir efeitos irreversíveis. Essa é uma realidade quotidiana percepcionada nos tribunais. À luz desta temática, o autor procura debater várias questões centrais e de flagrante actualidade. Desde logo, a de saber, se a partir do enquadramento legal vigente, o tribunal pode decretar essa mesma providência mesmo após ter identificado um risco sério de, por efeito da morosidade da justiça na solução da acção principal, os efeitos resultantes do seu decretamento serem irreversíveis. Por outro lado, ainda no quadro legal actual, e uma vez verificada essa irreversibilidade, sobre quem, e em que termos, deve recair a obrigação de indemnizar o requerido que obtenha ganho na acção principal. Finalmente, aborda-se, de “iure condendo”, qual a possível via processual para obstar à concretização desse risco de irreversibilidade dos efeitos da providência cautelar antecipatória: a tutela cautelar ou, diversamente, a tutela urgente realizada em acção principal.
461 _cLisboa
_dJaneiro-Abril 2013
_vNº 19
_tJulgar
_x1646-6863
_pp. 129-148
606 _aMEDIDAS CAUTELARES
_9235990
606 _aRESPONSABILIDADE CIVIL
_9227662
606 _aRESPONSABILIDADE DO ESTADO
_9224757
606 _aADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA
_9224779
606 _aDIREITOS DO ARGUIDO
_9234449
700 _aCRUZ
_bNuno Gundar da
_9298391