000 02052nam a2200205 4500
001 375214
090 _a375214
100 _a20130429u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aRotten apples versus rotten barrels in white collar crime
_bRecurso eletrónico
_ea qualitative analysis of white collar offenders in Norway
_fPetter Gottschalk
311 _aTradução parcial do resumo inserto no artigo. Disponível também em: https://www.sascv.org/ijcjs/pdfs/Gottschalkijcjs2012iindissue.pdf . Acedido em 29 de abril de 2013.
330 _aO crime de colarinho branco é um crime financeiro cometido por criminosos de colarinho branco. Casos sensacionais e estudos de crime de colarinho branco, aparecem regularmente na imprensa e em revistas especializadas em crime e ética. É certamente interessante ver comportamentos individuais de atos criminosos de crimes de colarinho branco, apercebidos enquanto “maçãs podres” ou como indicação do falhanço do sistema na empresa, indústria ou sociedade no seu todo. A perspetiva de crime ocupacional favorece o modelo individualista de comportamento desviante, que é um modelo humano falhado de mau comportamento e crime. Esta visão de “maçã podre” do crime de colarinho branco é uma perspetiva confortável de adotar pelas organizações empresariais na medida em que lhes permite apenas olhar para os suspeitos individuais. Na amostra de 255 criminosos de colarinho branco, as “maças podres” tiveram sentenças de prisão, em média, de 2,8 anos, enquanto os restantes foram punidos com apenas 1,9 anos. Esta amostra teve por base dados publicados em jornais na Noruega de 2009 a 2012.
461 _cTamil Nadu
_dJuly-December 2012
_vVol. 7, N.º 2,
_tInternational Journal of Criminal Justice Sciences
_x0973-5089
_pp. 575-590
606 _aCRIME DE COLARINHO BRANCO
_9320818
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aNORUEGA
_9334326
700 _aGOTTSCHALK
_bPetter
_9329506