| 000 | 01454nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375200 | ||
| 090 | _a375200 | ||
| 100 | _a20130410u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDescriminalização do consumo de estupefacientes em Portugal _bRecurso eletrónico _eanálise preliminar _fEduardo Maia Costa |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto na publicação. Disponível também através de: https://www.idt.pt/PT/RevistaToxicodependencias/Paginas/ArtigoDetalhe.aspx?ID=485. Acedido a 10 de abril de 2013. | ||
| 330 | _aNão tendo ainda decorrido uma década sobre a descriminalização do consumo de estupefacientes, podemos no entanto concluir que essa opção legislativa não só não veio a revelar-se indutora do incremento do consumo, ao contrário do que os seus adversários vaticinavam, como tem permitido uma melhor ligação dos consumidores problemáticos ao sistema de saúde.A descriminalização não tem alternativa válida e o (único) caminho a seguir é o do aprofundamento e aperfeiçoamento de alguns dos dispositivos legais que regulam o consumo e o tráfico de estupefacientes. | ||
| 461 |
_cLisboa _d20089 _vVol. 15, n. 3 _tRevista Toxicodependências _x0874-4890 _pp. 3-8 |
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| 606 |
_aTOXICODEPENDÊNCIA _9225048 |
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| 606 |
_aDESPENALIZAÇÃO DA DROGA _9326182 |
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| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9224783 |
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| 700 |
_aCOSTA _bEduardo Maia _9327248 |
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