| 000 | 01781nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 375175 | ||
| 090 | _a375175 | ||
| 100 | _a20130320u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCredibilidade das testemunhas _easpectos empíricos da detecção da mentira _fAna Sacau |
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| 311 | _a(*) Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _a"Na vida em geral, e nos tribunais em particular, todos gostávamos de ter à nossa disposição uma arma infalível que nos permitisse saber quem nos mente, em que grau e com que propósito. Quantos desamores evitaríamos, quantas falsas esperanças, quantas avaliações erradas. Detectores de mentiras, poções da verdade, narizes que crescem. A preocupação por detectar a mentira é tão velha como a humanidade mas apesar de ter havido ao longo da história tentativas mais ou menos acertadas, o certo é que a tal arma infalível continua a não existir. E se ao nível pessoal a nossa incapacidade para detectar de forma fiável a mentira pode ter consequências dolorosas, ao nível judicial as consequências podem ser dramáticas. Este artigo pretende descrever brevemente o conhecimento que a psicologia tem na actualidade sobre os mecanismos de detecção da mentira. Não se trata de uma revisão exaustiva desse conhecimento mas sim uma exposição centrada nas ideias principais e pensada especialmente para quem precisa formar a sua convicção através dos relatos dos outros." | ||
| 461 |
_cLisboa _d2011 _v1.º semestre, n.º 15 _tRevista do CEJ _x1645-829X _pp. 125-136 |
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| 606 |
_aDETECTOR DE MENTIRAS _9112601 |
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| 700 |
_aSACAU _bAna _9106296 |
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