| 000 | 01420nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375172 | ||
| 090 | _a375172 | ||
| 100 | _a20130318u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aMicro and macro sociological causes of violent atrocities _fRandall Collins |
||
| 311 | _aResumo inserto no artigo. Disponível também em: https://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/spp/n71/n71a01.pdf. Acedido em 18 de março de 2013. | ||
| 330 | _aUma forma de crueldade surge de grupos sociais unidos ritualmente, onde a moralidade altruísta não ultrapassa as fronteiras e limites de cada um, e a deliberada crueldade pública para com os inimigos é um ritual de solidariedade de grupo. Demonstrações públicas ritualizadas de crueldade sobre vítimas indefesas estão fortemente institucionalizadas em sociedades que combinam uma estratificação hierárquica com uma pertença de grupo fortemente ritualizada. A crueldade volta na sua segunda forma, a insensibilidade burocrática, através da estrutura impessoal da guerra moderna e do exercício do poder organizacional. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro 2013 _vN.º 71 _tSociologia, problemas e práticas _x0873-6529 _pp. 9-22 |
||
| 606 |
_aCRIME VIOLENTO _9321190 |
||
| 606 |
_aSOCIOLOGIA CRIMINAL _9690 |
||
| 700 |
_aCOLLINS _bRandall _9349943 |
||