000 01732nam a2200217 4500
001 375171
090 _a375171
100 _a20130315u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aWhat can we learn from the Portuguese decriminalization of illicit drugs?
_bRecurso eletrónico
_fCaitlin Elizabeth Hughes, Alex Stevens
311 _aTradução parcial do resumo inserto no artigo.
330 _aO tema da descriminalização das drogas ilícitas é muito debatido, mas raramente foi sujeito a uma análise baseada em provas. Este trabalho examina o caso de Portugal, uma nação que descriminalizou o uso e posse de todas as drogas ilícitas em 1 de Julho de 2001. Com base em avaliações independentes e em entrevistas conduzidas com 13 das partes interessadas chave em 2007 e 2009, analisa criticamente a justiça criminal e os impactos na saúde contra as tendências vindas de Espanha e de Itália. Conclui-se que ao contrário das predições, a descriminalização portuguesa não levou a um aumento do uso de drogas. De fato, provas indicam reduções no uso problemático, nos danos relacionados com a droga e na sobrelotada justiça criminal. O artigo discute estes desenvolvimentos no contexto dos debates sobre a legislação da droga e nas discussões criminológicas da moderna governação.
461 _cOxford
_dNovember 2010
_vVol. 50, n. 6
_tBritish Journal of Criminology (The)
_x0007-0955
_pp. 999-1022
606 _aDESPENALIZAÇÃO DA DROGA
_9326182
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
700 _aHUGHES
_bCaitlin Elizabeth
_9297270
701 _aSTEVENS
_bAlex
_9329460