000 02301nam a2200193 4500
001 375153
090 _a375153
100 _a20130227u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO papel do Ministério Público na fiscalização da constitucionalidade
_fJoana Amaral Rodrigues
311 _aTexto que corresponde à primeira parte (de três) de um estudo de direito comparado apresentado em setembro de 2011.
330 _a1. Enquadramento genérico do sistema de fiscalização da constitucionalidade em Portugal 2. Nota sobre o Ministério Público português 3. O controlo preventivo: a fiscalização preventiva da constitucionalidade (artigos 278.º e 279.º da CRP) 3.1. Em geral 3.2. O papel do Ministério Público 4. O controlo (sucessivo) “por via principal”: a fiscalização abstracta da constitucionalidade (artigos 281.º e 282.º da CRP) 4.1. Em geral 4.2. O papel do Ministério Público 5. O controlo (sucessivo) “por via incidental”: a fiscalização concreta da constitucionalidade (artigo 280.º da CRP). 5.1. Em geral 5.2. O papel do Ministério Público 5.2.1. Recurso de decisões que apliquem norma cuja inconstitucionalidade haja sido suscitada durante o processo. 5.2.2. Recurso de decisões que recusem a aplicação de qualquer norma com fundamento em inconstitucionalidade 5.2.3. Recurso de decisões que apliquem norma anteriormente julgada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional 5.2.4. Recurso de decisões que apliquem norma anteriormente declarada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional 5.2.5. Recurso de decisões que apliquem norma anteriormente julgada inconstitucional pela Comissão Constitucional 5.2.6. Nota sobre os recursos do Ministério Público analisados 5.2.7. Outros casos de recurso obrigatório para o Ministério Público 6. O controlo abstracto por omissão: a inconstitucionalidade por omissão (artigo 283.º da CRP) 6.1. Em geral 6.2. O papel do Ministério Público. 7. Conclusão.
461 _cLisboa
_dOutubro-Dezembro 2012
_vAno 33, n.º 132
_tRevista do Ministério Público
_x0870-6107
_pp. 221-257
606 _aCONSTITUIÇÃO
_9225675
606 _aMINISTÉRIO PÚBLICO
_9235485
700 _aRODRIGUES
_bJoana Amaral
_9330060