000 01635nam a2200229 4500
001 375150
090 _a375150
100 _a20130227u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA revogação de actos administrativos entre o Direito nacional e a jurisprudência da União Europeia
_eum instituto a dois tempos?
_fCarla Amado Gomes, Rui Tavares Lanceiro
330 _a0. Considerações iniciais; 1. O(s) tempo(s) da revogação no Direito nacional; 2. Revogação administrativa e anulação contenciosa: a) prazo de revogação de actos bilaterais e poligonais desfavoráveis; b) efeitos do acto inválido para além do decurso do prazo de estabilização; c) revogabilidade de actos inválidos bilaterais favoráveis para além do decurso do prazo de estabilização; 3. Nulidade, tempo e revogação; 4. O tempo da revogação no Direito da União Europeia; 5. O dever de revogação de acto administrativo consolidado no âmbito dos auxílios de Estado; 6. O dever de reexame de acto administrativo consolidado: i) da perspectiva do TJ; ii) da perspectiva nacional; 7. A desconsideração do prazo de consolidação do acto.
461 _cLisboa
_dOutubro-Dezembro 2012
_vAno 33, n.º 132
_tRevista do Ministério Público
_x0870-6107
_pp. 11-69
606 _aACTO ADMINISTRATIVO
_9242605
606 _aDIREITO NACIONAL
_9225892
606 _aJURISPRUDÊNCIA CE
_999869
606 _aDIREITO COMUNITÁRIO
_9222680
606 _aUNIÃO EUROPEIA
_9224774
700 _aGOMES
_bCarla Amado
_9326957
701 _aLANCEIRO
_bRui Tavares
_9296209