| 000 | 01272nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375112 | ||
| 090 | _a375112 | ||
| 100 | _a20130121u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aL'ADN, une preuve "objective"? _fJoëlle Vuille |
||
| 311 | _aTradução do resumo inserto no artigo | ||
| 330 | _aAs provas científicas, e mais particularmente o ADN, são muitas vezes consideradas pelos juristas como “objetivas”, ou seja ao abrigo de toda a interpretação. Numerosas pesquisas efetuadas no domínio da psicologia sugerem que o ser humano é influenciado pela forma que tomam os resultados de uma análise forense, e que a avaliação que ele faz da força probatória de um vestígio científico não é constante. O presente artigo visa deixar o leitor atento às numerosas inclinações cognitivas que o seu espírito enfrenta quando se trata de avaliar este tipo de prova. | ||
| 461 |
_cGenève _dOctobre-Decembre2012 _vVol. 65, n. 4 _tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique _x1424-4683 _pp. 387-403 |
||
| 606 |
_aADN _9243660 |
||
| 606 |
_aPROVA _9233195 |
||
| 606 |
_aVALOR PROBATÓRIO _921050 |
||
| 700 |
_aVUILLE _bJoëlle _918505 |
||