| 000 | 01479nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 375072 | ||
| 090 | _a375072 | ||
| 100 | _a20130107u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDomus iustitiae et altere _fAna Gomes |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aAnimada pela questão de saber se a multiplicação de várias instâncias paralelas e concorrentes aos tribunais (os lugares tradicionais onde é administrada a justiça) ou modos alternativos de resolução de conflitos tiram sentido àquela instituição tal como a conhecemos, é enunciada a tendência atual de retirada de competências aos tribunais, são descritas e caracterizadas as outras entidades às quais são atribuidas essas funções, são analisadas as causas (porquê) os fins (para quê) e as consequências verificadas (com que efeitos). A tentativa de resposta à questão fundamental é realizada depois, advertindo no entanto que esta é uma primeira aproximação ao tema e que acaba sobretudo por desenvolver a problemática tribunais judiciais/julgados de paz. | ||
| 461 |
_cLisboa _dSetembro-Dezembro 2012 _vNº 18 _tJulgar _x1646-6863 _pp. 11-26 |
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| 606 |
_aADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA _9224779 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA _9410458 |
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| 700 |
_aGOMES _bAna _9292186 |
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