| 000 | 02895nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 375041 | ||
| 090 | _a375041 | ||
| 100 | _a20121213u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aLa conception de schémas relationnels en analyse criminelle _eau-delà de la maîtrise des outils _fQuentin Rossy, Olivier Ribaux |
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| 311 | _aTradução do resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aTécnicas de visualização são exploradas nos inquéritos judiciários visando facilitar o tratamento de investigações de grande envergadura. Os elementos pertinentes do inquérito são representados por esquemas que descrevem as relações entre os acontecimentos e as entidades envolvidas. As explicações clássicas destas técnicas que se apresentam na construção de diagramas, são por exemplo: a representação de redes criminais, de tráficos de mercadorias, de cronologias de acontecimentos, bem como a visualização de relações telefónicas e financeiras. Neste contexto, a visualização suporta um número importante de objetivos, tais como analisar os vestígios e as informações recolhidas, avaliar “a posteriori” uma investigação, ajudar a qualificar as infrações, facilitar a apreensão de um dossiê e a tomada de decisões no decurso de um inquérito, ver sustentada uma argumentação aquando do processo. A prática integra ferramentas de “software” simples que produzem gráficos elegantes e frequentemente poderosos. Esta pesquisa tende a mostrar que existem disparidades espantosas, aquando da exploração destas técnicas. Preconceitos de razoabilidade e de perceção podem ser induzidos, que quase podem provocar decisões com consequências por vezes desastrosas. Por colocar em evidência estas dificuldades, foram efetuadas avaliações com profissionais e com estudantes. Elas permitiram estabelecer uma imagem empírica do comprimento das variações de conceção e de interpretação das representações, assim como dos seus impactos sobre a tomada de decisão. A natureza e a diversidade dos conceitos a representar, a ausência de consensos sobre a maneira de representar os dados, a diversidade das soluções visuais possíveis, os constrangimentos impostos pelas ferramentas exploradas e a ausência de uma formalização clara da linguagem, são como muitas causas supostas das dificuldades. Esta constatação revela a necessidade de consolidar os métodos praticados. | ||
| 461 |
_cGenève _dJuillet-Septembre 2012 _vVol. 65, n. 3 _tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique _x1424-4683 _pp. 345-362 |
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| 606 |
_aINQUÉRITO CRIMINAL _911299 |
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| 606 |
_aANÁLISE CRIMINAL _9321724 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aTÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9343118 |
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| 700 |
_aROSSY _bQuenti _9116208 |
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| 701 |
_aRIBAUX _bOlivier _9327934 |
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