000 02004nam a2200241 4500
001 375023
090 _a375023
100 _a20121205u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPapiloscopia
_bRecurso eletrónico
_euma verdadeira ciência
_fCelso Dias
311 _aResumo inserto no artigo. Disponível também através de: https://www.igp.rs.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=15&Itemid=29. Acedido a 05 de dezembro de 2012.
330 _aO reconhecimento de alguma área do saber como sendo, ou não, uma ciência depende primeiramente de sua estrutura lógica, metodológica e de seu conteúdo empírico. Além disso, o contexto em que está sendo analisada esta disciplina, isto é, a comunidade de conhecimento na qual está inserida, o momento em que ocorre o pleito e os agentes envolvidos neste processo são variáveis importantes. A astrologia, por exemplo, já foi considerada uma ciência; hoje, se encontra fora dos currículos universitários. Assim,o reconhecimento como sendo científica alguma área do saber está relacionado a aspectos intrínsecos e extrínsecos aos parâmetros puramente científicos. Neste artigo, apoiados na noção de paradigma de Thomas S. Kuhn, procura-se discutir a questão da cientificidade da Papiloscopia, ciência que investiga a individualização humana a partir da análise das cristas de fricção da pele ou dermatóglifos, principalmente das impressões dactiloscópicas, que são fundamentais na identidade individual e na perspectiva de elucidação de eventos criminais.
461 _cPorto Alegre, RS
_dJaneiro 2011
_vN.º 4
_tRevista do IGP
_x1981-2780
_pp. 38-42
606 _aPAPILOSCOPIA
_9349876
606 _aCIÊNCIA FORENSE
_9321508
606 _aDACTILOSCOPIA
_9104133
700 _aDIAS
_bCelso
_9349882