000 02321nam a2200241 4500
001 375008
090 _a375008
100 _a20121129u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aStresse ocupacional em forças de segurança
_bRecurso eletrónico
_eum estudo comparativo
_fHelena Gonçalo... [et al.]
311 _aFicheiro de 96,7 Kb em formato pdf (14 p.). Disponível também em: https://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/aps/v28n1/v28n1a12.pdf. Acedido a 29 de novembro de 2012.
330 _aEste trabalho compara a experiência de stresse ocupacional em dois grupos de segurança portugueses, um a exercer em contexto público (n=95) e outro em contexto prisional (n=237). Para tal, utilizámos um protocolo de avaliação com medidas do stresse global, “burnout”, comprometimento organizacional, satisfação com a vida, satisfação profissional e desejo de abandonar a profissão. Os indicadores de fidelidade e validade dos instrumentos foram muito aceitáveis. Os resultados de “burnout” por dimensão apontaram níveis apreciáveis de exaustão emocional (valores a oscilar entre os 12% e os 26%), seguidos do cinismo (valores entre 8% e 21%) e do baixo sentimento de eficácia profissional (valores entre 3% e 8%) (apenas um participante registou valores de “burnout” nas três dimensões, em simultâneo). A análise comparativa entre os grupos demonstrou que os profissionais de segurança prisional evidenciaram experiências profissionais mais negativas (e.g., maiores níveis de “burnout” e desejo de abandonar a profissão e menores níveis de comprometimento organizacional, satisfação com a vida e satisfação profissional). No final, os autores discutem os factores que podem ajudar a perceber estas diferenças e possíveis implicações para a investigação futura.
461 _cLisboa
_dJaneiro 2010
_vVol. 28, n.º 1
_tAnálise Psicológica
_x0870-8231
_pp. 165-178
606 _aSTRESS POLICIAL
_9323127
606 _aPROFISSÃO DE RISCO
_9328446
606 _aCONDIÇÕES DE TRABALHO
_9234873
606 _aFORÇA DE SEGURANÇA
_9320472
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
710 _aSTRESSE OCUPACIONAL EM FORÇAS DE SEGURANÇA
_9349866