000 01774nam a2200253 4500
001 374969
090 _a374969
100 _a20120925u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aConstrutores da bio(in)segurança na base de dados de perfis de ADN
_bRecurso eletrónico
_fHelena Machado
311 _aResumo inserto no artigo.
330 _aO presente texto analisa discursos de peritos e de políticos produzidos acerca da criação de uma base de dados de perfis de ADN em Portugal para identificação civil e investigação criminal, com o intuito de explorar alguns patamares de construção da biossegurança. Constata-se que três tipos principais de argumentação são utilizados: a ciência como suporte de uma justiça simultaneamente mais eficaz e mais credível; a necessidade de acompanhar o percurso de países mais desenvolvidos em matéria de investigação criminal e de cooperação transfronteiriça; o contributo para o bem comum. Trata-se de um projeto técnico-genético e biopolítico crescentemente global e imbricado em imaginários coletivos assentes no medo do crime e do criminoso, que assenta mais em promessas de utilidade imaginada e de eficácia na identificação de criminosos do que na invocação dos riscos e das incertezas.
461 _cLisboa
_dFevereiro 2011
_vVol. 16, nº 1
_tEtnográfica
_x0873-6561
_pp. 153-166
606 _aADN
_9243660
606 _aBASE DE DADOS
_9227272
606 _aIDENTIFICAÇÃO CIVIL
_9324651
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aSEGURANÇA DE DADOS
_9325959
700 _aMACHADO
_bHelena
_9326154