| 000 | 02037nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 374910 | ||
| 090 | _a374910 | ||
| 100 | _a20120710u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO testemunho como performance _fJorge Manuel de Aguilar Gonçalves |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aO tribunal é, em muitos casos, um espaço de indecisão, perplexidade e incerteza. Neste cenário de dúvida interpretativa, recai sobre o inspetor da PJ, uma maior responsabilidade que o obriga a preparar o seu depoimento, como também a controlar as emoções que lhe assaltam a mente e a lucidez, quando e se 'provocado' pelo contra interrogatório. Na verdade, é neste cenário contraditório de convicções, de gestualidade e espetacularidade retórica, que a capacidade do polícia de saber interpretar e ser interpretado, pode acrescentar valor ao depoimento. Ou seja, é a aptidão de relacionar os recursos não-verbais com a palavra, ou depoimento, mostrando uma atitude de competência esperada pelo tribunal e pela PJ. Esta aptidão radica o controlo emocional como ambiente interno, para que o polícia mantenha a lucidez e não se deixe dominar pela irritabilidade e agressividade; radica, ainda, na atenção sobre eventuais armadilhas retóricas e eloquência argumentativa lançadas pelo advogado de defesa, no âmbito da dialética das perguntas e respostas. Nesta aptidão chama-se performance e é central para o testemunho de polícia. Se o ato performativo tem qualquer coisa de artístico, então, o testemunho pode ser uma arte? | ||
| 461 |
_cLisboa _dJunho 2012 _vNº 3 _tInvestigação Criminal _x1647-9300 _pp. 236-251 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO _9323774 |
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| 606 |
_aTÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9343118 |
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| 606 |
_aMETODOLOGIAS _9341295 |
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| 700 |
_aGONÇALVES _bJorge Manuel de Aguilar _9324073 |
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