000 01874nam a2200253 4500
001 374857
090 _a374857
100 _a20120503u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aOs problemas interpretativos resultantes da Lei n.º 32/2008, de 17 de Julho (conservação de dados gerados ou tratados no contexto da oferta de serviços de comunicações electrónicas publicamente disponíveis ou de redes públicas de comunicações)
_fCarlos Pinho
311 _a(*). Resumo inserto no artigo.
330 _aPretende-se, no presente texto, apresentar os problemas interpretativos e de concordância prática resultantes da aplicação das normas contidas na Lei n.º 32/2008, de 17 de Julho, designadamente em matéria de conservação de dados de comunicações electrónicas e telefónicas e do regime de acesso aos mesmos, pelas autoridades judiciárias competentes, em sede de processo criminal. Reflecte-se ainda sobre as consequências práticas das distintas vias interpretativas pelas quais se poderá compatibilizar o regime da Lei n.º 32/2008, de 17 de Julho como o regime processual penal e o regime da Lei n.º 109/2009, de 15 de Setembro (Lei do Cibercrime). Conclui-se com uma possível solução, de natureza legiferante, para os problemas interpretativos colocados pelo referido regime legal.
461 _cLisboa
_dJaneiro-Março 2012
_vAno 33, n.º 129
_tRevista do Ministério Público
_x0870-6107
_pp. 63-93
606 _aESCUTAS
_9132665
606 _aCOMUNICAÇÃO DE DADOS
_9328075
606 _aREDE DE TRANSMISSÃO DE DADOS
_9328076
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aLEGISLAÇÃO
_9227776
700 _aPinho
_bCarlos
_9328077