| 000 | 01447nam a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 374816 | ||
| 090 | _a374816 | ||
| 100 | _a20120312u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aQuem tem medo da intercuriosidade da criminologia _fJosé Martins Barra da Costa |
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| 311 | _aResumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aDepois de uma fase de multidisciplinaridade, seguida de uma outra de interdisciplinaridade, os conceitos passaram a ser comuns a vários campos do saber, atravessando-os até à transdisciplinaridade. Em Portugal, foi o conceito unitário de ciência criminológica que esteve na base da criação dos Institutos de Criminologia, que representaram o definitivo abandono das explicações unilaterais para o crime. Recentemente, sob a capa de um pretenso evolucionismo académico, assistiu-se ao controlo político da investigação criminológica, através da extinção desses institutos. Urge recuperá-los, para dar expressão às necessidades de pesquisa sentidas pelos diversos e restabelecer redes de ligação entre a produção de conhecimentos científicos e a sua aplicação nas práticas judiciárias. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJaneiro-Março 2011 _vAno 21, n.º 1 _tRevista Portuguesa de Ciência Criminal _x0871-8563 _pp. 131-143 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA CRIMINAL _9231088 |
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| 700 |
_aCOSTA _bJosé Martins Barra da _9324386 |
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