| 000 | 01574nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 374796 | ||
| 090 | _a374796 | ||
| 100 | _a20120207u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aMelo Freire _esistemática e autonomização do direito criminal português _fMário Leite Santos |
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| 311 | _a(*). Continuação do artigo anterior. | ||
| 330 | _a8. A situação em Portugal. O éfemero movimento humanista. Predomínio das orientações escolásticas nos séculos XVII e parte do século XVIII. 9. As "Instituições de Direito Criminal" de Melo Freire, ensaio de exposição de conjunto do Direito Penal Português. Seu carácter didáctico e ligação à reforma do ensino jurídico. 10. A crítica às orientações doutrinárias tradicionais. Os autores proscritos. 11. A apreciação da jurisprudência criminal portuguesa. 11. As obras de Pereira e Sousa e Lopes Ferreira. 13. As referências positivas. O método Heinécio. 14. A questão do método de exposição da matéria jurídica. O compêndio histórico e os estatutos pombalinos. 15. O novo ensino jurídico. A actividade docente de Melo Freire. O problema dos compêndios. 16. O ensino do direito criminal. A perdurabilidade da obra de Melo Freire como compêndio básico. | ||
| 461 |
_cLisboa _d1992 _vV. VI _tDireito e Justiça _pp. 327-349 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9224698 |
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| 606 |
_aFILOSOFIA DO DIREITO _9565 |
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| 700 |
_aSANTOS _bMário Leite _9164721 |
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