000 02222nam a2200229 4500
001 374740
090 _a374740
100 _a20120104u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aLes sites de réseautage social et la présence des groupes criminels
_fCarlo Morselli, David Décary-Hétu
311 _aTradução do resumo inserto no próprio artigo.
330 _aNos últimos anos, os meios de comunicação social veicularam cada vez mais a ideia de que os gangues de rua e algumas organizações criminais se servem da Web para difundir as suas imagens e para facilitar as suas catividades ilícitas. Se alguns casos relatados deixam antever que a Internet e os sítios de criação de redes sociais, em particular, são utilizados por estes grupos para recrutar novos membros, muito poucas pesquisas se demoraram na avaliação e compreensão do fenómeno. O presente estudo propõe-se verificar se uma tal tendência está efetivamente colocada no devido lugar, com auxílio de uma pesquisa por palavras-chave de mais de cinquenta nomes de grupos de gangues de rua, sendo que os três principais sítios de redes sociais (Twitter, Facebook e MySpace) foram escrutinados. Os resultados mostram que a presença de gangues nos sítios de redes sociais está ligada principalmente à promoção de um gangue de rua ou da sua cultura pelos seus membros mas numa base individual. Nada indica que os visitantes destes sítios sejam quer enganados quer manipulados de qualquer maneira. Se os grupos criminais não são proactivos para recrutar membros, os sítios de redes sociais servem para expor os seus modos de vida e as suas operações, a pessoas que, no mundo real, provavelmente não se lhes poderiam juntar.
461 _cGenève
_dOctobre-Décembre 2011
_vVol. 64, n. 4
_tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique
_x1424-4683
_pp. 431-450
606 _aGANG DE RUA
_9343365
606 _aORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
_9251412
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aCRIME VIA INTERNET
_9322772
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
700 _aMORSELLI
_bCarlo
_9328780
701 _aDÉCARY-HÉTU
_bDavid
_9349739