000 01509nam a2200217 4500
001 374624
090 _a374624
100 _a20110929u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aOs comportamentos de risco dos jovens portugueses e a sua mortalidade
_fMário F. Lages
311 _aResumo retirado do artigo. Também disponível em: https://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218647434P1uQZ7ci3Fj05ZS4.pdf. Acedido a 29 de Setembro de 2011.
330 _a"Este esforço de teorização da força da mortalidade refere-se essencialmente às causas «naturais» e remotas relacionadas com o envelhecimento e com outras circunstâncias aleatórias que interferem na sua evolução. A elas devem, porém, ser acrescentados os factores próximos que, decorrendo de atitudes e comportamentos voluntários, perturbam cada vez mais os modelos que anteriormente a descreviam quase perfeitamente. Este trabalho parte da distinção entre estes dois tipos de causas e, com base nela, tenta estabelecer a importância dos factores exógenos na diferenciação entre a mortalidade masculina e feminina em Portugal entre 1960 e 2001."
461 _cLisboa
_d2.º trimestre 2007
_vVol. 42, n.º 183
_tAnálise Social
_x0003-2573
_pp. 395-418
606 _aJOVEM
_9100424
606 _aCOMPORTAMENTO DESVIANTE
_9321365
606 _aMORTALIDADE
_9329561
700 _aLAGES
_bMário F.
_9349679