| 000 | 01867nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 374621 | ||
| 090 | _a374621 | ||
| 100 | _a20110929u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPolíticas de identidade _eperfil de DNA e a identidade genético-criminal _fHelena Machado, Susana Silva, António Amorim |
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| 311 | _aResumo inserto no artigo. Também disponível em: https://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1283950470C0xRF9bo4Yl23YJ7.pdf. Acedido a 29 de Setembro de 2011. | ||
| 330 | _aO DNA é visto por muitos como a “verdadeira” base da identidade humana, por se tratar de uma estrutura biológica, em princípio, única em cada indivíduo. Esta noção de “unicidade”, pilar fundamental da investigação criminal e da genética forense, tem alimentado políticas de identidade da parte dos Estados modernos pela classificação e armazenamento de informação sobre “criminosos”. Neste artigo analisam-se estratégias médico-legais e burocrático-estatais de produção da identidade “genético-criminal” relacionadas com a criação, em Portugal, de uma base de dados forense de perfis de DNA. Discutem-se os impactos desta política de identidade na gestão, categorização e vigilância de indivíduos classificados como criminosos. | ||
| 461 |
_cLisboa _d3.º trimestre 2010 _vVol. 45, n.º 196 _tAnálise Social _x0003-2573 _pp. 537-553 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS _9343105 |
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| 606 |
_aGENÉTICA _9238061 |
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| 606 |
_aBASE DE DADOS _9227272 |
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| 606 |
_aANÁLISE CRIMINAL _9321724 |
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| 700 |
_aMACHADO _bHelena _9326154 |
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| 701 |
_aSILVA _bSusana _9349677 |
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| 701 |
_aAmorim _b António _9326153 |
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