| 000 | 01738nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 374522 | ||
| 090 | _a374522 | ||
| 100 | _a20110728u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aConservação preventiva, porquê? _fMaria Luísa Cabral |
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| 311 | _aResumo inserto no artigo. N.º dedicado à preservação e conservação. | ||
| 330 | _aO desajustamento existente entre património a salvaguardar e recursos disponíveis para o fazer aconselha a uma intervenção de carácter preventivo. Na longa história das instituições esta atitude nem sempre foi apadrinhada e mesmo hoje não é consensual naquilo que mais interessa, isto é, na própria prática. Todos aqueles que têm a seu cargo a salvaguarda do património e a gestão das colecções devem convencer-se de que não há outra opção. A solução não passa pela reposição de procedimentos e práticas que valorizem o individual em detrimento do conjunto. A salvaguarda do património pressupõe uma intervenção global, sempre interdisciplinar obrigando a uma gestão racional dos recursos existentes na instituição, colocando os departamentos responsáveis pela conservação no coração da instituição. Como acontece com outras disciplinas, a conservação corta a instituição na transversal exigindo técnicos de conservação cada vez mais qualificados. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2005 _vNº 15 _tPáginas a&b _x0873-5670 _pp. 7-27 |
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| 606 |
_aSISTEMA DOCUMENTAL _9101439 |
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| 606 |
_aARQUIVÍSTICA _9284041 |
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| 606 |
_aTRATAMENTO DA INFORMAÇÃO _917686 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL _9261798 |
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| 700 |
_aCABRAL _bMaria Luísa _9349622 |
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