000 02258nam a2200241 4500
001 374513
090 _a374513
100 _a20110727u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA justiça em laboratório
_fSusana Costa
311 _aResumo inserto no artigo. Também disponível através de: https://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0870-82312002000300006&script=sci_arttext. Acedido a 27 de Julho de 2011.
330 _aA ciência forense pretende auxiliar o direito tornando a justiça mais científica e, portanto, em princípio, mais rigorosa. Uma manifestação recente dessa pretensão é o uso da identificação por perfis genéticos. A adopção desta técnica veio abrir novas possibilidades no domínio da identificação individual, mas também tornar visíveis problemas de ordem técnica e prática que podem tornar o seu uso controverso e estar na origem de abusos e de erros judiciais, podendo pôr em causa princípios fundamentais da cidadania e da vida democrática. Os obstáculos ao cumprimento das promessas de uma técnica que, à primeira vista, poderia vir resolver muitos dos problemas que se colocam ao meio judicial, nomeadamente o da adequação da sentença ao crime, são numerosos. Um tema que assume no quadro desta problemática uma importância central é o da padronização das técnicas, geralmente encarada como uma garantia de rigor, de estabilidade e de possibilidade de utilização flexível dessas técnicas. Mas a padronização das técnicas suscita, por sua vez, o problema da possibilidade de padronização do direito. Este estudo procura identificar as forças e fragilidades desta técnica, tentando perceber, em simultâneo, como se joga a tensão entre uma ciência forense que se globaliza e um direito que permanece localizado.
461 _cLisboa
_dJulho 2002
_vVol. 20, nº 3
_tAnálise Psicológica
_x0870-8231
_pp. 311-329
606 _aCIÊNCIA FORENSE
_9321508
606 _aADN
_9243660
606 _aANÁLISE LABORATORIAL
_9326721
606 _aANÁLISE DE VESTÍGIOS
_9320649
606 _aMETODOLOGIAS
_9341295
700 _aCosta
_bSusana
_9324953