| 000 | 02218nam a2200277 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 374472 | ||
| 090 | _a374472 | ||
| 100 | _a20110712u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aWomen don't do such things! _bRecurso eletrónico _echaracteristics of female sex offenders and offender types _fMiriam Wijkman, Catrien Bijleveld, Jan Hendriks |
||
| 311 | _aTradução do resumo inserto no próprio artigo. Ficheiro de 335,70 Kb em formato pdf (23 p.). | ||
| 330 | _aOs autores estudaram as características da agressora, da agressão e da vítima, num grupo de 111 agressoras adultas do sexo feminino, de entre todas as agressoras conhecidas pelas autoridades judiciais dos Países Baixos, entre 1994 e 2005. Em 77% dos casos, as agressoras já haviam abusado de crianças; quase dois terços das mulheres abusaram em conjunto com um agressor masculino. Os seus antecedentes são, em média, problemáticos, com predominância do abuso sexual (31%); distúrbios mentais são também predominantes (59%). Utilizando uma análise de correspondência múltipla, os autores distinguiram quatro protótipos de agressões. Identificaram a jovem agressora e a violadora que são agressoras relativamente jovens e solitárias. Dois protótipos, a co-agressora com distúrbios psicológicos e a mãe passiva, incluem mulheres mais velhas. Estas, na maioria das vezes, abusam das suas próprias crianças em conjunto com o seu parceiro íntimo masculino. Estes protótipos sobrepõem-se, parcialmente, a tipologias anteriores. Os autores discutem as implicações para a teoria e o tratamento. | ||
| 461 |
_cThousand Oaks, CA _dJune 2010 _vVol. 22, n. 2 _tSexual abuse - A Journal of Research and Treatment _x1573-286X _pp. 135-156 |
||
| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
||
| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
||
| 606 |
_aCRIME CONTRA CRIANÇAS _9343327 |
||
| 606 |
_aPAÍSES BAIXOS _9339645 |
||
| 700 |
_aWIJKMAN _bMiriam _9349563 |
||
| 701 |
_aBIJLEVELD _bCatrien _9349564 |
||
| 701 |
_aHENDRIKS _bJan _9349565 |
||