| 000 | 02919nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 374434 | ||
| 090 | _a374434 | ||
| 100 | _a20110520u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aContributos para uma estratégia da informação nacional _fSandra Maria Rodrigues Balão |
||
| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aPoder, Informação, Segurança e Desenvolvimento apresentam-se, no século XXI, como problemas de renovada e maximizada relevância. O colapso das Torres do World Trade Center em Nova Iorque deram "o mote" para uma Nova Ordem Global Contemporânea assente na informação como instrumento de garantia da segurança, sobretudo colectiva. Por isso, o Estado surge como um dos actores mais interessados na criação de um "statu quo" em que as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação sejam formatadas para servir o interesse nacional.Além disso, fruto de uma preocupação teórica recorrente, sobretudo durante a segunda metade do século XX, o problema do Desenvolvimento assola já não apenas as periferias do mundo, mas também o seu centro. Novos critérios e unidades de medida foram definidos como prioritários pelas organizações internacionais,de que a Organização das Nações Unidas continua a ser o guarda-chuva de referência – apesar da assumida necessidade de reforma resultante do movimento de globalização que afecta todo o mundo, sem excepção. Informação é conhecimento e a sua "good governance" é sinónimo de poder. No que aos Estados diz respeito, este poder efectivo também se mede pela capacidade de acesso, processamento e salvaguarda de informação vital. Nessecontexto, a existência da World Wide Web e da Internet – ao permitirem a criação de uma dimensão espácio-temporal virtual, paralela àquela em que fisicamente vivemos – representa, desde logo, um potencial inédito. As suas oportunidades e ameaças apresentam-se, obviamente, como proporcionais. Este artigo procura evidenciar a necessidade de uma Estratégia da InformaçãoNacional em articulação com a crescente e crítica relevância que assumem os sistemas de controlo da informação no ciberespaço. Assim, procura ter presente e aplicar à perspectiva de análise que se apresenta, relativa à informação – consultada, emitida, difundida – o princípio dicotómico do "panopticon", retomando a velha mas sempre actual problemática do visível e do invisível e as suasrepercussões para a Democracia. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2010 _vVI Série, n.º 13 _tProelium - Revista da Academia Militar _x1645-8826 _pp. 31-50 |
||
| 606 |
_aSEGURANÇA DO ESTADO _9240290 |
||
| 606 |
_aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO _9266188 |
||
| 606 |
_aGESTÃO DA INFORMAÇÃO _9297958 |
||
| 606 |
_aREALIDADE VIRTUAL _9328265 |
||
| 606 |
_aPOLÍTICA DE INFORMAÇÃO _9321167 |
||
| 700 |
_aBALÃO _bSandra Maria Rodrigues _9329701 |
||