000 02197nam a2200205 4500
001 374425
090 _a374425
100 _a20110519u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO combate à proliferação de armas de destruição massiva e acção político-diplomática
_fJosé Alberto Dias Martins
311 _aResumo inserto no próprio artigo.
330 _aA proliferação de Armas de Destruição Massiva, ainda que um tema antigo, está hoje claramente revestido de um novo ambiente estratégico. O referido ambiente, para além de difuso e fortemente marcado pela incerteza, destaca como uma das suas características neste contexto a incapacidade de controlo de todas as actividadesconducentes ao desenvolvimento de Armas de Destruição Massiva.Neste domínio torna-se pertinente entender em que medida a posse desta natureza de armas contribui como elemento de poder em determinado quadro geopolítico. A tentação para o seu desenvolvimento, associada à já referida incapacidade para o seu controlo, tem levado a que diversos actores do actual sistema se tenham tornado como elementos perturbadores neste domínio. Vive-se assim hoje um ambiente estratégico difuso, tendendo para unipolar em determinados domínios e multipolar noutros, em que, de um conjunto de riscos e ameaças de afirmação crescente, podemos destacar a proliferação de ADM como uma problemática complexa e de difícil abordagem. Resulta assim entender a acção político-diplomática como o principal pilar do combate à proliferação. No texto que se segue procuraremos sustentar a importância deste pilar, sistematizando o regime regulador de não proliferação através da apresentação e caracterização geral dos principais tratados, convenções e iniciativas que o sustentam.
461 _cLisboa
_d2007
_vVI Série, n.º 7
_tProelium - Revista da Academia Militar
_x1645-8826
_pp. 125-140
606 _aARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA
_9343799
606 _aPOLÍTICA DE COOPERAÇÃO
_9273964
606 _aSEGURANÇA INTERNACIONAL
_9239831
606 _aINSTRUMENTO INTERNACIONAL
_9349242
700 _aMARTINS
_bJosé Alberto Dias
_9329342