| 000 | 02103nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 374402 | ||
| 090 | _a374402 | ||
| 100 | _a20110511u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aWeblogues como meio privilegiado para o exercício do Ombudsman em jornalismo de ciência _fFilipa M. Ribeiro |
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| 311 | _aFicheiro de 51,5 Kb em formato pdf (16 p.). Resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aO conceito actual de weblogue poderá ser expandido ao se especializar e inovar as funções que desempenha. Servir como meios e suporte para o exercício do ombudsman é uma das formas de o conseguir. A nossa proposta é que esta figura se renove também no âmbito do Jornalismo de Ciência. Uma das formas de fortalecer o jornalismo na esfera pública é através não de um escrutínio arbitrário, mas de um modelo de autocrítica e de auto-regulação da actividade jornalística feita em paralelo com os contributos das partes interessadas que, no caso do jornalismo de ciência, são: jornalistas, cientistas, públicos e agentes de decisão. A junção do weblogue com a figura do ombudsman melhora, por um lado, este mecanismo de auto-regulação do jornalismo e, por outro, incrementa o potencial dos weblogues para tornar mais transparente e útil a actividade jornalística na cobertura e comunicação da cultura científica. A nossa pesquisa não encontrou nenhum caso de um ombudsman em jornalismo de ciência, pelo que a nossa intenção é apresentar uma abordagem à auto-crítica no jornalismo de ciência que tire o melhor proveito das novas tendências comunicativas e tecnológicas, apresentando o weblogue como mais uma ferramenta ao dispor do ombudsman para desmistificar as suas funções e para enfatizar o seu papel como gestor do conhecimento. | ||
| 461 |
_cPorto _d2006 _vNº 2 _tPrisma.com _x1646-3153 _pp. 273-288 |
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| 606 |
_aIMPRENSA _9236122 |
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| 606 |
_aPROVEDOR DE JUSTIÇA _9240734 |
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| 606 |
_aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO _9266188 |
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| 700 |
_aRIBEIRO _bFilipa M. _9349529 |
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