000 01735nam a2200217 4500
001 374329
090 _a374329
100 _a20110316u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO perfil psicológico do recluso toxicodependente integrado em Unidade Livre de Droga
_fVanda Silvestre Lourenço
311 _aResumo inserto no próprio artigo.
330 _aO presente artigo apresenta um estudo quantitativo baseado numa amostra de 101 reclusos, distribuídos por duas Unidades Livres de Drogas de um Estabelecimento Prisional da área da Grande Lisboa, onde estão a tratar a sua toxicodependência. Para esse efeito foram recolhidos dados sócio-demográficos, comportamentais, jurídico-penais e familiares, os quais foram alvo de uma análise estatística descritiva. Em termos sócio-demográficos, os resultados da investigação indicam que a população estudada se diferencia da população reclusa no geral. Conclui-se que os primeiros contactos com drogas na adolescência ocorrem sobretudo em indivíduos provenientes de famílias monoparentais com um historial de prática de crimes patrimonais. Partindo das variáveis tipo de crime, situação familiar, habilitações literárias e idade do primeiro consumo, através de procedimentos de análise de homogeneidade (HOMALS), são definidos quatro perfis de reclusos.
461 _cLisboa
_dJaneiro 2011
_vAno 4, n.º 8
_tOusar Integrar
_x1647-0109
_pp. 53-65
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aPRESO
_9243028
606 _aTRATAMENTO DA TOXICODEPENDÊNCIA
_9343339
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aLISBOA E VALE DO TEJO
_922398
700 _aLOURENÇO
_bVanda Silvestre
_9329566