| 000 | 01386nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 374296 | ||
| 090 | _a374296 | ||
| 100 | _a20110301u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aCorruption and ethical relativism _ewhat is at stake? _fMichel Dion |
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| 311 | _a* (CD 132). | ||
| 330 | _aPoderá o relativismo ético justificar práticas de corrupção? Analisam-se várias perspectivas utilizadas para definir as fronteiras da corrupção: estrutural, normativa-social e normativa-organizacional. Conclui-se que a corrupção deveria ser considerada não apenas uma construção social, um fenómeno cultural, mas também como um objecto de debate ético. Na medida em que a corrupção afasta as pessoas dos seus deveres morais e favorece os seus próprios interesses, não pode ser analisada enquanto fenómeno cultural. O artigo apresenta o caso das redes de "guanxi" como um fenómeno cultural chinês, apesar de não ter raízes nos textos tradicionais de Confúcio. | ||
| 461 |
_cBingley _d2010 _vVol. 17, nº 2 _tJournal of Financial Crime _x1359-0790 _pp. 240-250 |
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| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 606 |
_aÉTICA _9230346 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 606 |
_aCHINA _9333696 |
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| 700 |
_aDION _bMichel _9281729 |
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