| 000 | 01931nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 374257 | ||
| 090 | _a374257 | ||
| 100 | _a20110121u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPortugal e o início da construção europeia (1947-1953) _fPedro Cantinho Pereira |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aA participação de Portugal no Plano Marshall (1947) e a sua adesão à Organização Europeia de Cooperação Económica (1948) marcam o princípio de uma estreita cooperação com os países da Europa Ocidental e com os EUA. Salazar aceita, com muita prudência e pragmatismo, o envolvimento de Portugal no processo de cooperação europeia e atlântica e, ao mesmo tempo, rejeita liminarmente qualquer perda de soberania. Graças à importância estratégica das bases dos Açores, Portugal torna-se membro fundador do Pacto do Atlântico (1949), apesar do seu regime ditatorial. A atitude de Portugal face ao Conselho da Europa (1949), à Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (1951) e à Comunidade Europeia da Defesa (1952), mostra bem os limites dessa cooperação com a Europa. Portugal esteve associado, desde o início, ao processo de cooperação intergovernamental no seio da Europa, mas distanciou-se, por razões endógenas e exógenas, de todas as iniciativas supranacionais. Esta posição, claramente assumida desde 1948, culminou com a adesão, à Associação Europeia de Comércio Livre (1960), que só poderá ser compreendida como uma sequência lógica de um processo iniciado anteriormente. | ||
| 461 |
_cLisboa _dOutono/Inverno 2006 _v3ª Série, nº 115 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp. 235-255 |
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| 606 |
_aCOOPERAÇÃO EUROPEIA _9226777 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA DE COOPERAÇÃO _9273964 |
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| 606 |
_aDIREITO COMUNITÁRIO _9222680 |
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| 700 |
_aPEREIRA _bPedro Cantinho _9349461 |
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