| 000 | 01695nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 374256 | ||
| 090 | _a374256 | ||
| 100 | _a20110121u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO processo de integração europeia e a constituição portuguesa _fArmando Marques Guedes, Francisco Pereira Coutinho |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aO artigo olha de perto a Constituição Portuguesa, pelo prisma das sete revisões constitucionais que tiveram lugar desde 1976. Torna-se fácil verificar que todas as revisões que tiveram lugar foram induzidas, na maior parte dos casos directamente, por processos associados com a integração europeia em curso. Algunsdeles fizeram-no em "momentos constitucionais" antecipatórios que tornaram possível a nossa entrada na Comunidade Europeia. Amaioria seguiu os imperativos dos sucessivos Tratados. Um caso atípico foi o ligado à criação de um Tribunal Penal Internacional. O artigo liga um ao ou tro estes dois processos paralelos - o das revisões constitucionais portuguesas e o da integração europeia - e encara o estabelecimento desta ligação como um reflexo de umanova comunidade política, mais abrangente, imaginada pelas elites políticas portuguesas. | ||
| 461 |
_cLisboa _dOutono/Inverno 2006 _v3ª Série, nº 115 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp. 83-112 |
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| 606 |
_aCONSTITUIÇÃO _9225675 |
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| 606 |
_aINTEGRAÇÃO EUROPEIA _9225735 |
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| 710 |
_aGUEDES _bArmando Marques _9240855 |
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