| 000 | 01734nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 374161 | ||
| 090 | _a374161 | ||
| 100 | _a20100817u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAlguns contributos para uma política antifraude _fCarlos Pimenta |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aO texto começa por centrar a atenção na realidade social portuguesa, revelando dados sobre a economia não-registada e a fraude ocupacional. Esta quantificação é reveladora de uma necessidade premente de acção social visando a detecção, o combate e a prevenção da fraude económico-financeira. Para tal é fundamental conjugar esforços e competências, associando instituições diversas unidas pelo imperativo de uma sociedade mais ética. No sentido de corresponder a essa necessidade chama-se a atenção para a actividade de apoio à investigação criminal que um organismo de ensino e investigação, como o nosso, pode ter: recolha de informação, quantificação e sua explicação, detecção de áreas sociais de maior probabilidade de fraude, criação de instrumentos de apoio à investigação. Termina-se com alguns desafios quiçá relevantes para um mais eficaz combate à fraude e ao crime económico. | ||
| 461 |
_cLisboa _dAbril-Junho 2010 _vAno 31, n.º 122 _tRevista do Ministério Público _x0870-6107 _pp. 41-67 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 606 |
_aBRANQUEAMENTO DE CAPITAIS _9243734 |
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| 606 |
_aFRAUDE FINANCEIRA _9101555 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aMETODOLOGIAS _9341295 |
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| 606 |
_aOCDE _9246089 |
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| 700 |
_aPIMENTA _bCarlos _9329705 |
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