000 01787nam a2200241 4500
001 374130
090 _a374130
100 _a20100511u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAs impressões digitais genéticas
_fJosé Manuel Belo Lopes Rosa
311 _aResumo inserto no próprio artigo.
330 _aOs permanentes avanços da ciência, ao mesmo tempo que tornam mais sofisticado o crime, dificultando a acção daqueles que têm como missão combatê-lo, abrem possibilidades aos investigadores e alimentam a esperança de todos aqueles que pugnam por um mundo mais justo. Em tal contexto, as polícias têm que apostar nas novas técnicas e tecnologias, sob pena de continuarem a perder terreno para as organizações que elegem o crime como um meio de gerar lucro fácil. A GNR, encontrando-se em fase de reorganização das estruturas de investigação criminal, dispõe hoje de militares habilitados e de órgãos dotados com material adequado à recolha, tratamento e transporte de vestígios lofoscópicos, biológicos e não biológicos. O presente artigo, abordando aspectos no âmbito do tratamento de vestígios biológicos, ilustra a importância do ADN na produção de prova, bem como a actividade pedagógica necessária junto de todo o dispositivo que importa continuar.
461 _cLisboa
_dJulho-Setembro 2002
_vAno 14, n.º 3
_tPela Lei e Pela Grei
_pp. 10-11
606 _aCIÊNCIA FORENSE
_9321508
606 _aRECOLHA DA PROVA
_9322094
606 _aANÁLISE DE VESTÍGIOS
_9320649
606 _aADN
_9243660
606 _aPRODUÇÃO DE PROVA
_9246127
606 _aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA
_9343156
700 _aROSA
_bJosé Manuel Belo Lopes
_9348564