| 000 | 01426nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 374094 | ||
| 090 | _a374094 | ||
| 100 | _a20100203u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDelinquência juvenil feminina _eteorias, olhares e silêncios _fVera Mónica Duarte |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aEste artigo pretende ser um esforço de síntese das principais teorias que, ao longo do tempo, se têm construído em torno da relação entre a figura feminina e a transgressão. Objecto de invisibilidades, este tem sido um fenómeno remetido para "nota de rodapé", o que tem tido consequências quer no campo conceptual, quer na dimensão das práticas e da intervenção. Além disso, as breves referências que são feitas têm evidenciado a influência protectora dos papéis que a sociedade atribui à figura feminina e que têm vindo a explicar mais a sua conformidade do que a propensão para a delinquência. Uma gender-blindeness que tem mantido a figura feminina invisível nos cenários e nas cenas da delinquência. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro 2010 _vAno 3, n.º 5 _tOusar Integrar _x1647-0109 _pp. 23-36 |
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| 606 |
_aCRIMINALIDADE FEMININA _9275110 |
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| 606 |
_aSOCIOLOGIA CRIMINAL _9690 |
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| 700 |
_aDUARTE _bVera Mónica _9329632 |
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